A destruição do meio ambiente,
tanto no Pantanal e como na Amazônia, não é algo de agora, mas sim algo que
acontece a muitos anos no Brasil. Porém temos um ministro do meio ambiente
(Ricardo Salles) que faz uma política contraria a preservação ambiental, não
sei se na vasta história do Brasil, tivemos um ministro desse nível, que em
tempos de COVID-19, a maior pandemia global desde a gripe espanhola, o mesmo fala
em “passar a boiada”. O mesmo declarou isso na famosa reunião ministerial no
dia 22 de abril de 2020.
"Então
para isso precisa ter um esforço nosso aqui enquanto estamos nesse momento de
tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só fala de COVID e ir
passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas. De IPHAN,
de ministério da Agricultura, de ministério de Meio Ambiente, de ministério
disso, de ministério daquilo. Agora é hora de unir esforços pra dar de baciada
a simplificação, é de regulatório que nós precisamos, em todos os
aspectos." - Ricardo Salles
Um dos motivos dessa
devastação ambiental, é a falta de fiscalização e a precarização do IBAMA. Até julho
de 2020, o IBAMA gastou 20,6% da verba destinada para fiscalização do meio
ambiente, é a verba mais baixa dos últimos anos, dos R$ 66 milhões autorizados para ações fiscais 2020, foram
utilizados apenas R$ 13,6 milhões.
Os
fogos já atingiram 21% do bioma, 141 mil hectares da área de vegetação do
Pantanal. A crise ambiental é a pior dos últimos anos.

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